Pular para o conteúdo

Sábado, 3 de outubro de 2026Anuncie

Brasília 19°C Parcialmente nublado · ↑27° ↓18°
Brasil360O Brasil por todos os ângulos
Política

TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima

Agência Brasil · Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

(há 7 horas)

Publicado originalmente em Agência Brasil ↗ · Uso: Reprodução autorizada mediante indicação da fonte (Termos de Uso da EBC, item 1.e)

Imagem: Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026, um teste que confirmou a integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais.

Durante cerimônia na sede da Corte em Brasília, foi emitida a chamada zerézima, procedimento que garante a transparência e a segurança dos processos de votação ao comprovar que não há votos registrados para nenhum candidato antes do início da votação.

Notícias relacionadas:

Essas verificações dos sistemas que serão usados para receber e totalizar os votos em todo o país têm, como objetivo, confirmar que os programas em uso são os mesmos que foram assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral.

Segundo o TSE, foram checados quatro sistemas: Transportador Web, Receptor de Arquivos de Urna, Informação de Arquivos de Urna e Sistema de Gerenciamento da Totalização (Sistot). 

“Esses testes asseguram que os sistemas que estão instalados no TSE são os sistemas que foram assinados digitalmente na Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas. Portanto, são os sistemas que foram efetivamente inspecionados durante todo o ano”, explicou o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente.

Procedimentos semelhantes são feitos em seções eleitorais antes da abertura da votação, quando é emitido um relatório que atesta que a urna eletrônica está apta a receber votos e não possui nenhum registro anterior.

Verificação  

De acordo com o TSE, a conferência utiliza as assinaturas digitais e os resumos digitais (hashes), espécies de “identificadores únicos dos arquivos”, segundo o tribunal. 

“O hash, ou resumo digital, identifica univocamente cada sistema, cada arquivo, de forma que, se alguma parte do arquivo, ainda que mínima, for alterada, o resumo digital não coincide mais”, explicou Júlio Valente.

Ler no site da fonte: Agência Brasil ↗

360° Outros ângulos desta notícia