País registra tendência de alta de casos de síndrome respiratória
Radioagência Nacional · Por Tatiana Alves - Repórter da Rádio Nacional
(há 1 hora)
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A mais recente edição do boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tem uma tendência de alta no cenário nacional, impulsionados pelo rinovírus, metapneumovírus e o coronavírus. Apesar desse sinal de crescimento, os casos graves associados à Covid-19 ainda seguem em patamares baixos.

Vacinação
A Fiocruz reforça a importância da vacinação dos grupos prioritários contra a Covid-19. No caso das gestantes, a orientação é manter também a imunização contra o vírus sincicial respiratório, o VSR.
Em alerta
Os dados revelam, ainda, uma retomada do crescimento das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Três estados estão em situação de alerta, risco ou alto risco, com indícios de aumento dos casos: Alagoas, Roraima e Sergipe. Nesses locais, o avanço da síndrome ocorre principalmente entre o público infantil e jovem.
Outros cinco estados apresentam níveis elevados de incidência, mas sem tendência de crescimento: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Entre as capitais, Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória registram aumento da atividade da Síndrome Respiratória Aguda Grave.
Desde o início de 2026, já foram notificados mais de 161 mil casos da síndrome no país. Entre os vírus identificados, predominam o vírus sincicial respiratório e o rinovírus.
O boletim também aponta crescimento dos casos relacionados ao metapneumovírus em estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
Segundo a Fiocruz, a Síndrome Respiratória Aguda Grave continua afetando principalmente as crianças menores de dois anos. Já as mortes são mais frequentes entre pessoas com 65 anos ou mais.
A incidência de casos graves por Covid-19 permanece baixa em todas as faixas etárias.
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