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Boca de urna, celular na cabine: o que é proibido no dia da votação

Radioagência Nacional · Por Gabriel Brum - repórter da Rádio Nacional

(há 1 hora)

Publicado originalmente em Radioagência Nacional ↗ · Uso: Reprodução autorizada mediante indicação da fonte (Termos de Uso da EBC, item 1.e)

Imagem: Radioagência Nacional

A regra não é nova, mas é sempre bom lembrar: o uso de celulares é proibido na cabine de votação. O segundo turno das eleições 2026 acontece neste domingo (25).

Não se trata apenas dos celulares e smartphones, mas quaisquer aparelhos eletrônicos que registrem imagens, vídeos ou áudios, mesmo desligados. Então, a proibição também vale para relógios inteligentes, óculos com câmera, câmeras corporais e similares.

A medida busca garantir a liberdade de escolha e evitar qualquer tipo de coação. Por isso, o eleitor deve seguir a orientação dos mesários e deixar o aparelho no local indicado antes de seguir para a urna.

A dica é levar os números dos candidatos preferidos numa colinha.

Boca de urna

A famosa boca de urna não é permitida. É a tentativa de fazer propaganda eleitoral ou tentar convencer outros eleitores a votar em algum candidato.

O que é permitido é apenas a manifestação individual e silenciosa, ou seja, pode ir com sua camisa do candidato, adesivo, broche, bandeira, mas nada de mexer com os outros.

Armas

E pode parecer óbvio, mas também não pode levar armas para o local de votação. Na verdade, a proibição se estende a um raio de 100 metros da seção eleitoral e alcança mesmo quem tem autorização legal para portar o armamento.

Colecionadores, atiradores e caçadores, os CACs, não podem transportar armas e munições de 24 horas antes da eleição até 24 horas depois.

O descumprimento pode resultar em prisão em flagrante por porte ilegal de arma, fora a responsabilização por eventual crime eleitoral.

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Ler no site da fonte: Radioagência Nacional ↗

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